Histórias


 Este filme, conta a história da origem da Banda “Rio Bossa Cinco” e o sonho de cinco amigos de se tornarem famosos em Nova Iorque. Todos começam com o mesmo objetivo, mas aos poucos cada um acaba se interessando por outros assuntos, apesar de não abandonarem a banda e o “sonho”… Tenta também retratar o momento político dos anos 60-70.

Teve gente que não gostou… Eu de modo geral gostei do filme… Tem cenas divertidas (graças a atuação de Selton Mello), uma trilha sonora boa e retrata bem o que marcou para cada um dos amigos através das lembranças da vida…

O orçamento do filme foi de R$ 7 milhões…

  

 Trailer

  

Informações Técnicas

Título no Brasil:  Os Desafinados
Título Original:  Os Desafinados
País de Origem:  Brasil
Gênero:  Drama
Classificação etária: 12 anos
Tempo de Duração: 139 minutos
Ano de Lançamento:  2008
Estréia no Brasil: 29/08/2008
Site Oficial:  http://www.osdesafinados.com.br
Estúdio/Distrib.:  Downtown Filmes
Direção:  Walter Lima Jr.

Mas afinal… O que significa “Bossa Nova”??? Pesquisando na internet, achei no site Alma Carioca um texto de Sóstenes Pernambuco Pires Barros, que de forma resumida descreve o significado, a trajetória e os principais nomes da Bossa Nova…

 A palavra ‘bossa’ era um termo da gíria carioca que, no fim dos anos cinqüenta , significava ‘jeito’, ‘maneira’, ‘modo’. Quando alguém fazia algo de modo diferente, original, de maneira fácil e simples, dizia-se que esse alguém tinha ‘bossa’. Se o Ricardo desenhava bem, dizia-se que tinha ‘bossa de arquiteto’. Se o Paulo escrevia, redigia bem, tinha ‘bossa de jornalista’. E a expressão ‘Bossa Nova’ surgiu em oposição a tudo o que um grupo de jovens achava superado, velho, arcaico, antigo. Sim, mas o quê era julgado superado e velho, na música popular brasileira? ‘Tudo’,  dizia a mocidade bronzeada de Copacabana.

 Se você é apaixonado mesmo pelo tema, veja se já leu os principais livros

A banda formada pelos músicos e atores do filme (sem Rodrigo Santoro e Claudia Abreu) estará fazendo uma turnê pelas principais casas de show do país, começando em Setembro no Rio e em São Paulo

Aproveitando a ótima dica do meu irmão, em seu blog, assisti este filme neste feriado em Macaé (aniversário da cidade)… Gostei muito… Ótimos atores e idéias bacanas. Conta a história de duas pessoas (Edward e Carter) que descobrem que estão com câncer e que têm pouco tempo de vida… Como cada um reage a essa situação? Comento a seguir algumas cenas do filme:

“… É difcícl determinar o que resume a vida de uma pessoa… Uns dizem que são as amizades que deixou; outros dizem que é a fé que teve; outros, o quanto amou; outros dizem que a vida não tem sentido algum; Quanto a mim… eu acho que é a quantidade de pessoas que seguem o nosso exemplo…”

Para mim… o que resume a vida de uma pessoa… é o quanto essa pessoa se esforçou para se tornar melhor e o que ela fez para ajudar os demais… O resto é consequência das escolhas para seguir este caminho…

The Bucket List

Depois que Carter e Edward se conhecem no hospital e começam a ficar amigos, decidem “aproveitar” (cada um com uma visão) o pouco tempo de vida que faltava. Carter quer fazer coisas com algum significado… Edward quer fazer coisas que nunca tinha feito para curtir o momento, sem se preocupar com o sentido daquilo… Os dois saem ganhando… Carter acaba ganhando um grande amigo e Edward acaba tendo a maior lição de sua vida, pois até aquele momento ele teve de tudo na vida mas não era um cara feliz… Após a morte de Carter, Edward resolve atender o pedido deixado em uma carta por seu amigo: “Encontre a alegria de sua vida…”  E vai refazer os laços familiares com sua filha (estavam afastados há vários anos) e acaba conhecendo sua neta…

The Bucket List

1- Testemunhar algo grandioso… (As cinzas dos dois foram depositadas no Everest)
2 – Ajudar um desconhecido desinteressadamente… (Discurso de Edward na despedida de Carter)
3 – Rir de chorar… (Carter contando para Edward como era produzido o café Kupi Luwak)
4 – Dirigir um Mustang Shelby… (Juntos apostaram corrida num autódromo)
5 – Beijar a garota mais linda da mundo… (Edward reencontrou sua filha e conheceu sua neta)
6 – Fazer uma tatuagem… (Somente Edward fez… Carter se recusou…)
7 – Pular de para-quedas… (Os dois pularam juntos…)
8 – Gastar uma semana no Louvre… (Visitaram juntos)
9 – Visitar Roma… (Visitaram juntos)
10 – Caçar um grande felino… (Tentaram caçar…)
11 – Ver as pirâmides… (Viram juntos…)
12 – Visitar Hong Kong… (Visitaram juntos)
13 – …

Também quero fazer, no momento certo, algumas das coisas listadas…

 “Ele morreu de olhos fechados… mas de coração aberto”

Uma transformação muito grande… Edward era uma pessoa egoísta e esnobe… Mas acaba sendo contagiado pelo exemplo do amigo e se transformando numa pessoa mais alegre naquilo que fazia…

Informações Técnicas
Título no Brasil:  Antes de Partir
Título Original:  The Bucket List
País de Origem:  EUA
Gênero:  Drama / Aventura
Classificação etária: 10 anos
Tempo de Duração: 97 minutos
Ano de Lançamento:  2007
Estréia no Brasil: 22/02/2008
Site Oficial:  http://thebucketlist.warnerbros.com
Estúdio/Distrib.:  Warner Bros.
Direção:  Rob Reiner
Elenco: Jack Nicholson, Morgan Freeman, Serena Reeder, Jonathan Mangum, Beverly Todd.

Recomendo a todos este filme… Sucesso garantido…

Baseado em fatos reais, “O Poder da Esperança” conta a história de Richard Pimentel (Ron Livingston), um homem batalhador. Durante a infância, Richard teve que enfrentar a instabilidade de sua mãe e a morte de seu pai. Na adolescência, ele começa a expor seus problemas aos colegas de escola e descobre o dom para discursos. Quando entra na universidade, Richars conhece seu ídolo Ben Padrow (Hectoir Helizondo), que o rejeita como seu mentor por achar que ele só poderia ter muitos temas para debate após ter vivido uma vida inteira. O jovem e ambicioso Richard vê então seus sonhos se desmoronarem e resolve se alistar no exército. Durante o combate no Vietnã, ele acaba perdendo a audição por causa de uma explosão. Ao retornar para a civilização, Pimentel tem que enfrentar sua nova condição. Diante das dificuldades, ele se empenha para mostrar que não é inferior a ninguém e começa a defender idéias sobre os direitos dos deficientes, chamando a atenção do governo e da sociedade para uma realidade a qual muitos fecham os olhos.

 Informações Técnicas

Título no Brasil:  O Poder da Esperança
Título Original:  Music Within
País de Origem:  EUA
Gênero:  Comédia/Drama
Tempo de Duração: 94 minutos
Ano de Lançamento:  2007
Site Oficial:  http://www.musicwithinmovie.com
Estúdio/Distrib.:  Focus Filmes
Direção:  Steven Sawalich

 Cenas de Destaque

Most people go to their graves within their music inside their” (Oliver Wendell Holmes)… Assim começa a cena em que narra a descoberta do dom de Richard… Seu professor começa a aula falando dessa frase e lança um desafio: quem se habilita a falar durante 3 minutos sobre algo que os colegas não saibam??? Fica aquele silêncio… De repente, Richard levanta a mão meio acanhado e vai até a frente da turma… Ele conta para a turma como matar um frango… Acabou se empolgando e grudando a atenção de todos, pois vivia aquilo todos os dias (seu pai era cozinheiro)… E conquistou o professor que liderava o Clube dos Oradores… A partir daquele dia desistiu de ser super-herói…

Outra cena muito boa também é quando ele decide participar de um concurso na Universidade Estadual de Portland com a esperança de conquistar uma bolsa de estudo… Até aquele momento, tinha ganho todos os concursos… Acaba se frustando com o resultado… (“Você é o mais talentoso orador natural que já vi e tem um potencial incrível, e só fala besteira… Vá viver a vida… Adquirir conhecimento… Descubra o que é importante… Ganhe um ponto de vista…”, disse o professor da Universidade). Decide se alistar no exército… Vai para o Vietnã… Mal sabia ele que um dia ele iria agradecer por tudo aquilo que ele passou…

Volta do Vietnã, com problema de audição (causado por uma explosão…) Começa a fazer faculdade e acaba conhecendo Art (um deficiente com paralisia mental) na lanchonete… (cena emocionante… Quantas pessoas teriam percebido a situação e teriam ajudado???). “A única pessoa no planeta que eu conseguia escutar era um gênio pervertido e obsceno com paralisia cerebral. E a única pessoa que conseguia entendê-lo era um veterano surdo. Éramos como um show de horrores ambulante”. A partir daquele dia fazem todas as coisas juntos um ajudando o outro e se divertindo bastante (várias situações engraçadas).

Outra cena forte… No aniversário do Art, decidem ir a uma lanchonete comer panquecas (sua comida preferida)… Mas acabam sendo expulsos da lanchonete… Pois não querem atendê-los… “Acho que vocês dois precisam ir embora. Estão deixando os outros clientes desconfortáveis.” (É o cúmulo, né???).

Vou parar por aqui para deixar um suspense… Têm muitas outras cenas bacanas… Vale a pena ver!!!

 Comentários

Filme muito interessante… Diálogos divertidos e pensativos… Ótima trilha sonora… com direito a “Mas que Nada” de Jorge Ben… Atuação excelente do ator Michael Sheen (como Art Honeyman)… Recomendo a todos!!!

“Penso que se todos nós, em maior ou menor grau, somos “deficientes” em algum aspecto… Por que então tratar de modo diferente as pessoas???”

Bom pessoal, faz dias que quero começar meu Blog… Tive a idéia (na verdade, me inspirei no blog do meu irmão, hehehe)… Criei o blog… Pesquisei os vários modelos… Fiz vários testes… Comecei a escrever o meu perfil… E aí, surgiu a pergunta mais difícil: Qual será o assunto do meu primeiro post??? Fiquei pensando vários dias… Flamengo… Filmes… Tecnologias… Business… Só que não apareceu nada de diferente e como esses serão os assuntos mais comuns, achei melhor esperar mais alguns dias para começar o blog com algo que marcasse realmente o início…

E não é que veio a idéia lá pelas 23h de um domingo (29/06/08). Quem diria, hein??? Naquele horário que normalmente não queremos pensar em nada… Que muitos consideram como o pior horário já que faltam poucas horas para mais uma segunda-feira…

Estava eu assitindo o programa do Fantástico, pensando que seria mais um programa como os de sempre (notícias da semana, vitória do meu Mengão e mais alguma matéria criada para preencher o horário previsto) e que quando começasse a cochilar no sofá, iria dormir e me preparar para mais uma semana de desafios no trabalho… Mas não é que assisti uma matéria muito interessante que me motivou a escrever o meu primeiro post do Blog…

A matéria que estou me referindo é a que contou a história emocionante de um pai (Dick Hoyt) que nunca desistiu de lutar pela alegria do filho (Rick)… Pode parecer redundância, pois qual pai desistiria de lutar pela alegria do filho??? Mas essa é uma história muito interessante que vale a pena ser contada e repassada…

Tentarei resumir e quem sabe comentar alguns trechos…

“Rick é o mais velho dos três filhos de Dick Hoyt. Durante o parto, o cordão umbilical se enrolou no pescoço. Faltou oxigenação no cérebro, provocando danos irreversíveis. Rick não pode falar ou controlar os movimentos de seus braços e pernas. Parecia condenado.

Os médicos disseram: ‘Livre-se dele. É melhor interná-lo. Ele vai ser um vegetal o resto da vida’. Nós choramos, mas decidimos tratá-lo como uma criança normal. Ele é o centro das atenções e está sempre incluído em tudo”, conta Dick Hoyt.

Sempre existirão momentos em que pessoas que estão a nossa volta irão nos dizer o que é mais fácil fazer, mas nem sempre será a decisão mais acertada a ser tomada… Acredito que quando estivermos no final de nossas vidas, veremos que ao longo dos anos os momentos que mais valeram a pena foram aqueles que tomamos as decisões mais difíceis e que nos exigiram os maiores sacrifícios… Pois são nesses momentos que realmente crescemos como seres humanos…

Rick sempre teve amor, mas ninguém sabia até que ponto ele conseguia absorver e entender o que se passava a sua volta. A escola achava que ele não tinha capacidade de aprender. Os médicos também.

“Mas aí nós pedimos para os médicos contarem uma piada, e Rick caiu na gargalhada. Eles, então, disseram que talvez haja algo aí dentro”, lembra Dick Hoyt.

Sempre existe algo dentro de cada um de nós… É questão de cada um descobrir e buscar o seu melhor…

Cientistas desenvolveram um sistema de comunicação para Rick. Com o movimento lateral da cabeça, o único que consegue controlar, ele poderia escolher letras que passavam pela tela e, assim, lentamente, escrever palavras.

“Ele tinha 12 anos, e todo mundo estava apostando quais seriam as primeiras palavras da vida dele. Seriam ‘Oi, pai!’ ou ‘Oi, mãe!’?. Que nada! Ele disse: ‘Go, Bruins’, uma frase de incentivo ao Boston Bruins, time de hóquei”, conta Dick Hoyt

Que eu me lembre, a minha primeira frase foi no dia 13/12/1981… “Mengão Campeão Mundial!!!” (estava na barriga da minha mãe…)

 

Rick participava de tudo. E foi assim que surgiu a idéia de correr.

“Um colega da escola sofreu acidente e ficou paralítico. Foi organizada uma corrida para arrecadar dinheiro para o tratamento. E Rick, através do computador, pediu: ‘Eu tenho que fazer algo por ele. Tenho que mostrar para ele que a vida continua, mesmo que ele esteja paralisado. Eu quero participar da corrida’”, lembra Dick Hoyt. “Eu tinha 40 anos e não era um atleta. Corria três vezes por semana, uns dois quilômetros, só para tentar manter o peso. Nós largamos no meio da galera, e todo mundo achou que a gente só ia até a primeira curva e ia voltar. Mas nós fizemos a prova inteirinha, chegando quase em último, mas não em último. Ao cruzarmos a linha de chegada, Rick tinha o maior sorriso que você já viu. E quando chegamos em casa, ele me disse, através do computador: ‘Pai, durante a corrida, eu sinto como se minha deficiência desaparecesse’. Ele se chamou de ‘pássaro livre’, porque então estava livre para correr e competir com todo mundo”.

O que realmente estamos dispostos a fazer pelas outras pessoas???

Dick começou a treinar, e eles resolveram participar de outras provas. Mas a recepção não foi boa.

“Ninguém falava com a gente, ninguém nos queria na corrida. Famílias de outros deficientes me escreviam e estavam com raiva de mim. Perguntavam: ‘O que você está fazendo? Procurando a glória pra você?’.

O que eles não sabiam é que Rick é que me empurrava para todas as corridas”, conta Dick Hoyt.

Muitas vezes, as pessoas irão nos desestimular a buscar os nossos desafios… Por isso devemos ter bem claro quais são e o por que??? Para que assim possamos continuar sem desistir de nossos objetivos…

E contra todos, eles foram em frente. Um ano depois, participaram da primeira maratona. Cinco anos mais tarde, veio a idéia do triatlo. Mas, para fazer triatlo com seu filho, Dick Hoyt tinha uma série de problemas para resolver.

Primeiro: equipamento. Não existia nada parecido no mercado. Todo o material de competição teve que ser desenvolvido. E a cada competição, Dick Hoyt tinha que chegar mais cedo para montar tudo.

Mas Dick Hoyt tinha um problema muito maior a resolver para poder fazer triatlo com o filho. Uma coisinha básica: ele não sabia nadar. Mudou-se para uma casa à beira de um lago e foi.

“Nunca vou esquecer o primeiro dia. Eu me joguei no lago e adivinha: afundei. Mas todo dia eu chegava do trabalho e tentava ir um pouquinho mais longe”, conta Dick Hoyt.

Essa é uma lição que procuro colocar em prática todos os dias: sempre buscar melhorar em algum ponto. Não é fácil, mas um dia após o outro acabamos conseguindo mudar pequenos pontos… e ao logo de dias, meses e anos seremos uma pessoa melhor…

Entre o primeiro dia no lago e o primeiro triatlo, foram apenas nove meses. A questão da natação estava resolvida, mas Dick Hoyt ainda tinha mais uma dificuldade pela frente: já fazia um certo tempo que ele não montava numa bicicleta – desde os 6 anos de idade.

O ciclismo é a parte mais difícil para os Hoyt. A bicicleta deles é quase seis vezes mais pesada que a dos outros, sem contar o peso de Rick. Na subida, isso fica claro.

“Ninguém me ensinou a nadar, a pedalar ou a correr como um atleta. Nós simplesmente fizemos. Do nosso jeito”, comenta Dick Hoyt.

O menos importante é o tempo… Claro que se conseguimos antes é melhor para nós mesmos… O mais importante é nunca desistirmos…

Do jeito deles, pai e filho enfrentaram os mais incríveis desafios. O mais impressionante: o Iron Man, no Havaí, o mais duro dos triatlos. São 3,8 mil metros de natação, 180 quilômetros de ciclismo e uma maratona inteira no fim: 42,195 quilômetros de corrida em mais de 13 horas de um esforço sobre-humano.

Dick e Rick venceram a desconfiança. Hoje são queridos onde chegam. Recebem incentivos dos outros competidores a todo instante e até agradecimentos.

“Vocês são incríveis. Obrigada”, diz uma triatleta.

Um rapaz diz que resolveu fazer triatlo por causa deles: “Hoje foi minha primeira corrida e eu gostaria de agradecê-los por serem minha inspiração”.

“É de emocionar, porque você começa a refletir o que tem feito da sua vida”, comenta uma mulher.

“É a parte mais fenomenal do triatlo. É incrível o que esse homem faz com seu filho”, elogia outra mulher.

“Ele é um grande homem. Ele tem coração, é um bom homem”, ressalta um atleta.

Será que procuramos nos espelhar nas pessoas??? Não vivemos sozinhos… Temos que buscar sempre o melhor…

Desde 1980, foram seis edições de Iron Man, 66 maratonas e competições de diversos tipos. Pai e filho completaram 975 provas juntos. Jamais abandonaram uma sequer e nunca chegaram em último lugar. Eles têm orgulho de dizer: “Chegamos perto do último, mas nunca em último”. Sempre com o mesmo final apoteótico: público comovido, braços abertos e aquele mesmo sorriso enorme na linha de chegada.

Acho que essa é a principal lição… “Jamais abandonaram uma prova sequer…”

Atualmente, Rick tem 46 anos. Com o movimento da cabeça, escreve no computador frases que serão faladas por um sintetizador de voz. É um homem bem-humorado. “As pessoas, às vezes, ficam olhando para mim. Eu espero que seja porque eu estou muito bonito”, brinca.

Outra lição espetacular… “É um homem bem-humorado”… Como é difícil conquistar este estado todos os dias… Pois sempre existirão coisas para nos tirar o bom humor. Cabe a nós deixarmos ou não…

Rick formou-se em educação especial na Universidade de Boston.“Não dá para descrever a felicidade no dia da formatura. Foi minha maior realização. Eu mostrei para as pessoas que elas não têm que sentar e esperar a vida passar”, comenta.

Será que estamos esperando alguma coisa acontecer para sermos felizes ou estamos buscando por fazer acontecer???

Hoje ele não mora mais com o pai. Mora sozinho, com a ajuda de pessoas contratadas para dar assistência. E se você fica dois minutos com Rick, jamais vai esquecer o seu sorriso.

“Ele é muito, muito, muito feliz. Provavelmente, mais feliz do que 95% da população”, afirma o pai, Dick Hoyt, que escreveu um livro e criou uma fundação para ajudar outras pessoas com paralisia cerebral. Hoje o superpai tem 68 anos e impressiona pelo vigor que continua apresentando.

Aos 52, empurrando Rick, conseguiu o incrível tempo de 2h40m na Maratona de Boston, pouco mais de meia hora acima do recorde mundial. Marca excelente para um amador, sensacional para uma pessoa dessa idade e inacreditável para quem corre empurrando uma cadeira de rodas.

Sempre chega o momento que temos que seguir e construir nossa própria vida…

“Já me disseram para competir sozinho, mas eu não faço nada sozinho. Nós começamos como um time e é assim que vai ser. O que importa para mim é estar aqui e competindo ao lado do Rick”, afirma Dick Hoyt.

Por isso, eles se chamam “Team Hoyt” – o time Hoyt, a equipe Hoyt. Pai e filho, inseparáveis. Richard Eugene Hoyt e Richard Eugene Hoyt Junior: uma mensagem viva para o mundo.

 

“Nossa mensagem é: ‘Sim, você pode’. Não há, no nosso vocabulário, a palavra ‘impossível’. Esse é o nosso lema. E nós continuaremos com ele até o fim”, garante Dick Hoyt.

Realmente… Sozinhos só coseguimos fazer as coisas “possíveis”… As ‘impossíveis” somente se unirmos e multiplicarmos as nossas forças…

 

 Depois de tantas linhas, termino meu primeiro post… Acho que dá para perceber como gostei dessa história…

Com certeza irei relê-lo várias vezes… Pois sempre poderemos tirar alguma lição para a nossa vida…

Prometo ser mais breve nos próximos!!!

Saudações Rubro-Negras!!!

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